São Paulo. Role para entrar no filme ↓ 01 / 05
Na tela, a ideia ganha rosto, luz e sotaque. Ou volta para o papel.
O mesmo olhar do roteiro ao master.
Quem escreve o filme está no set e na sala de cor.
Trabalhos
Dos sócios e da Influência NegraFrentes
Publicidade
O rigor estético da TV, na velocidade do digital.
Conteúdo
O feed não é descarte. Projeto de rede com o acabamento do cinema.
Autoral
Histórias que não pedem licença. Documentários e curtas que pautam a cultura.
Nenhuma tela
é secundária.
Dirigimos para onde o filme vai viver, do cinema ao feed. Sem corte preguiçoso, sem sobra de set. Legendado, adaptado e acessível, com audiodescrição e Libras, desde o primeiro dia.
O processo protege a ideia.
Sete etapas, três aprovações. O filme começa no papel e só vai para a tela quando cada decisão está tomada.
Briefing
Objetivo, prazo, formatos e verba na mesa. O cronograma nasce aqui, junto com o orçamento.
Ideia
Caminho criativo, tom e referências.
Aprovação 1 de 3Roteiro
O filme começa como texto.
Storyboard
Plano a plano, já pensado para cada formato.
Aprovação 2 de 3Pré-produção
Elenco, locação, luz e figurino fechados antes da diária.
Filmagem
Set enxuto, decisão rápida. Nada é improvisado, porque tudo foi decidido antes.
Pós e entrega
Montagem, cor, som, versões e acessibilidade. Filme aprovado, master entregue.
Aprovação 3 de 3Surpresa é bom na tela. Na planilha, não.
Cada decisão fica registrada na Sala, nossa plataforma: quem aprovou, o quê e quando. Mudou a rota depois de uma etapa aprovada? É novo escopo, com prazo e custo combinados antes.
A bagagem
Na Papel e antes delaMarcas, canais e agências por onde a casa já passou.
- Motorola
- Museu Judaico
- TV Globo
- Meta
- Dove
- Ogilvy
- ID\TBWA
- Gipsy
A TELA É AQUI.
Mande o objetivo, o prazo, os formatos e a verba. Voltamos com abordagem e orçamento.
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